Aceitei participar nesta lista candidata ao Conselho Deontológico por defender que o mais antigo órgão de auto-regulação dos jornalistas deve voltar a ter um papel central na discussão das práticas da profissão. Por reconhecer que, com processos de informação cada vez mais exigentes e complexos, o jornalista também fica mais exposto ao erro. Por perceber que isto torna cada vez mais importante a existência de um Conselho Deontológico atento e proactivo, que participe e promova uma discussão aberta e uma cidadania cada vez mais exigente, crítica e responsável. Por considerar que nesta discussão devem ser sempre envolvidos os jornalistas, o público, as fontes de informação e os media, mas também as instituições de ensino. Por defender um jornalismo exigente e credível. Porque os tempos que vivemos exigem unidade e firmeza. Pelos jornalistas. Pelo jornalismo.
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