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Vídeo. VOTA A!

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(Vídeo abaixo) A Lista A saúda todos os sócios que participaram, intervieram e seguiram os debates para as eleições dos novos corpos sociais do Sindicato dos Jornalistas. Um Sindicato activo empenhado e mobilizado implica também discussões vibrantes. Apesar disso, rejeitámos entrar numa discussão insinuante e com factos falsos a que alguns membros da Lista B recorreram para nos acusarem de falta de independência, desvalorizarem as nossas propostas e desmentirem as nossas denúncias. As fake news são uma ameaça para o jornalismo, mas também para a participação cívica e democrática. As insinuações efectuadas à falta de independência da Lista A não só são falsas como, tendo por base os mesmos argumentos, elas seriam extensíveis a alguns membros e apoiantes da Lista B. Por isso, recusamo-nos entrar por aí. Na Lista A, valorizamos as ideias, os projectos, as propostas e não julgaremos a sua qualidade pelo empenhamento cívico dos seus proponentes. Não transformaremos o Sindicato de Jornalist...

João Ruela Ribeiro, candidato a suplente do Conselho Deontológico

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Entrei na profissão numa época em que a crise económica no sector da comunicação social já não podia ser escondida. À minha volta assisti aos esforços das cúpulas para normalizar situações de precariedade e naturalizar a constante ameaça dos despedimentos. Hoje, esse esforço parece ter sido, infelizmente, bem empreendido. Olhar para o jornalismo como uma carreira que merece protecção, remunerações consistentes com a responsabilidade social, progressão e segurança é privilégio dos chamados iludidos. Ao mesmo tempo, fora das redacções, é clara a degradação da posição do jornalista na sociedade. É quase inexistente aos olhos de muitos a distinção entre os profissionais a quem cabe a selecção da informação, o escrutínio do poder, e tornar audível a voz dos excluídos, e todos aqueles que reverberam agendas, promovem a ignorância ou mentem, simplesmente. Estas crises simultâneas não estão desligadas uma da outra e para que sejam debeladas é necessário que instituições como o Conselho Deontol...

Joana Ascensão - Candidata a Vogal da Direção

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Em tempos de grande sufoco mediático, em que se procura fazer muito com pouco, em que se premeia a rapidez em detrimento do aprofundamento, eu, como muitos, faço jornalismo por acreditar, em primeira instância, no seu papel de serviço público. Tenho cinco anos de experiência (e a passagem por quatro órgãos de comunicação) para testemunhar que a precariedade (principalmente nas camadas mais jovens de jornalistas) tem assombrado a profissão que defende a democracia. Não dar condições aos jornalistas é tirar-lhes liberdade. A força da classe é tão maior quanto mais robusto for o Sindicato dos Jornalistas. Por isso, e porque não quero ceder à pressão de me desmarcar das minhas duas obrigações basilares enquanto jornalista – pensar e fazer perguntas –, aceitei integrar a Lista A.

Elsa Andrade, candidata a membro efectivo do Conselho Geral

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Ao longo de 30 anos de profissão fui diversas vezes delegada sindical, limitando-me à defesa dos colegas no local de trabalho. No entanto, nunca encarei a possibilidade de desempenhar um papel mais activo no Sindicato. Mas os objectivos da Lista A – Aos jornalistas, pelo Jornalismo! entusiasmou-me e fez-me acreditar que podemos – e devemos – dar o nosso contributo na defesa de uma profissão e de profissionais que têm sido tão desrespeitados, quer pelas entidades públicas e civis quer, sobretudo, pelos empregadores. A diversidade dos candidatos, em idade, experiência profissional e meios de comunicação onde exercem, garante uma pluralidade de sensibilidades muito importante para o empenho na defesa de todos os jornalistas. É tempo de agir e esta equipa está disposta a fazê-lo. Por isso aceitei candidatar-me pela Lista A. #AosJornalistasPeloJornalismo #VotaListaA

Fernando Correia, candidato a Presidente Suplente da Mesa da Assembleia Geral e a membro do Conselho Geral

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Caminhos para o futuro Para os jornalistas, que caminhos para o futuro? Apenas algumas direcções que me parecem importantes: - Aceitar a mudança, sabendo que a profissão tal como é hoje não é igual à que foi ontem, e a de amanhã de certeza não irá ser como a de hoje. Um amanhã cada vez mais imprevisível em que as novas tecnologias – nem endeusadas nem demonizadas – continuarão a ocupar um lugar central. - Impedir que a pretexto da mudança se percam regras e princípios éticos e profissionais historicamente indissociáveis do jornalismo rigoroso e livre e da responsabilidade social do jornalista. - Combater a perversidade profissional que resulta da interiorização como valores jornalísticos daquilo que são apenas valores comerciais, e a concepção do “bom jornalismo” como o jornalismo que “vende bem”. - Reafirmar valores como a solidariedade e a camaradagem, com a ideia clara de que a unidade na acção é imprescindível, como ao longo dos tempos, os de antigamente e os de hoje, muitos exempl...

Lista A contra ocultação do CCT da Imprensa

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Na sequência da denúncia da Lista A – “Aos Jornalistas, Pelo Jornalismo!” de que a Direcção do Sindicato negociou nas costas dos sócios a revisão do Contrato Colectivo de Trabalho para a Imprensa, aguardando apenas a “formalização junto do Ministério do Trabalho”, a mesma Direcção publicou ontem uma estranha informação com “notas sobre o processo negocial”. A informação confirma com inquestionável clareza o que a Lista A denunciou, ao escrever que “o processo negocial entre as partes foi ultimado e que o texto final do acordo será enviado para depósito no MTSSS”. Perante a exigência da Lista A de que seja divulgado aos sócios o texto integral do CCT, bem como a afirmação, que mantemos, de que nunca prestou informação sobre a evolução do processo negocial, a Direcção responde com uma arrogância anti-democrática nunca vista neste Sindicato: continua sem dar a conhecer o acordo que estará em vias de ser enviado para publicação no Boletim do Trabalho e Emprego. A Direcção cessante consider...

Ana Mota, candidata a vogal da Direcção

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Faço parte da geração mais jovem de jornalistas, aquela que todos os dias enfrenta uma série de desafios que põe em causa a continuidade na profissão. Desde que integrei a primeira redacção que me deparo com a realidade da precariedade, dos baixos salários e das parcas perspectivas de progressão. Em cinco anos passei por três órgãos de comunicação social (A Bola TV, Jornal de Notícias e Porto Canal), sempre na expectativa de encontrar melhores condições de trabalho. Aceitei o desafio de integrar a lista A - Aos Jornalistas pelo Jornalismo! porque acredito que é possível fortalecer o papel do Sindicato e dar voz à luta comum de uma classe cada vez mais fragilizada. Segue-nos também em: https://www.facebook.com/pelojornalismo2021 https://twitter.com/jornalistas2021